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27/06

Look da Jaque: Cardigã e Coturno

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O look de hoje é um dos meus favoritos e mais confortáveis! Finalmente comprei meu coturno que tanto queria e por um preço super bacana. Encontrei na Riachuelo por R$120,00 e levei na hora, acho que peças chaves assim ficam tão legais combinadas com peças mais simples que não é necessário inventar frescurinhas no look pra ficar lindo.

O cardigã é da C&A (mentira, agora é meu), comprei naquela promo que falei pra vocês. Desembolsei só R$30,00 nele e fiquei hiper feliz (não paro de usar) de ter conseguido comprar por tão barato, há algum tempo tinha visto o mesmo cardigã por R$60,00 e fiquei com muita pena de dar esse dinheiro todo nele, acabei não comprando e chorei muito quando não encontrei mais. Dei de cara com o bendito na promoção e não resisti! Depois me perguntam porque eu sou a louca dos saldões… haha

A saia já apareceu por aqui algumas trezentas vezes (quase isso, haha), mas o que eu posso fazer se é a minha preferida? Vamo usar até não aguentar mais! .O cinto fofo e a blusinha comprei também na C&A.

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Me contem o que acharam do look nos comentários, ok?

Jaqueline
Oi, eu sou a Jaqueline, mas pode me chamar de Jaque! Tenho 32 anos, sou Comunicadora, criadora de conteúdo e apaixonada por decoração.Adoro dias frios, seriados (♥) e a combinação dos dois também. É aqui que compartilho meus sonhos, minhas alegrias e minhas incertezas. Esse é meu mundo na internet, espero que goste!
Look da Jaque: Saia e franjas
Look do dia: I’m here to stay
Look da Jaque: Xadrez e Tênis Capricho Shoes

25/06

Convergente (Veronica Roth)

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E finalmente (ou não) terminei de ler uma das minhas séries de livros favoritas! Esse livro especialmente demorei muito para terminar. Comecei a ler no período em que as minhas provas finais do semestre estavam acontecendo e também quando estava começando a me organizar no trabalho e eu meio que me preocupava muito mesmo quando estava em casa.

Juro pra vocês que tô querendo mesmo é contar tudo o que acontece no livro e contar também a minha situação enquanto faço essa resenha, mas prometi pra mim que esse blog será livre de SPOILERS, mesmo que eu ame e não consiga fugir de alguns deles (sou ansiosa e curiosa, aff).

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Sinopse:

A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. O livro, que chega ao Brasil no momento em que Divergente estreia nos cinemas, alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do The New York Times e foi o título mais vendido pela gigante Amazon no segmento infantojuvenil em 2013.

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Convergente é o terceiro e último livro da série distópica que levou o nome do primeiro livro “Divergente”. Como já disse nas resenhas de “Divergente” e “Insurgente”, a autora tem uma facilidade incrível em nos prender na história. Algumas vezes queria chorar por não conseguir terminar o livro tão rápido quanto queria. Eu só pensava em como as coisas acabariam e na possibilidade da história mudar de uma hora para a outra.

Fiquei muito chocada depois que li “Insurgente”. A curiosidade sobre o que havia fora da cerca acabou comigo e de uma certa forma, quando soube,  fiquei um pouco decepcionada. Tinha uma expectativa enorme e infelizmente não me agradou nada.

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Com as facções diluídas e com algumas pessoas querendo que o antigo sistema de facções voltassem a funcionar, surgem os Leais. O grupo busca uma maneira de descobrir o que há atrás da cerca. Nessa busca, Tris finalmente descobre uma maneira de saber mais um pouco de sua história e do passado de seus familiares.

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Convergente conta com uma narração diferente dos volumes anteriores. Tris e Tobias dividem alternadamente (mais ou menos) os capítulos. Eu gostei muito de ver como Tobias se sentia e em como os dois personagens cresceram e amadureceram tanto no relacionamento. Esse aspecto é muito mostrado em Convergente, mas confesso que não notei muita diferença na forma com que Tobias e Tris se expressavam. Algumas vezes precisei voltar o capítulo e ver quem realmente estava narrando.

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Convergente é o livro mais paradão dos três e mostra muito mais de sentimentos, relacionamentos e amizades.

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O final me acabou por inteiro.

Foi o livro que mais me fez sofrer (juro). Pensava que aquela história de que as pessoas sofriam por dias por conta de finais de livros que adoram eram pura mentira, mas descobri que é assim mesmo! E é muito ruim!

Tá, o livro não foi ruim. Mas eu imaginei um final tão diferente do que realmente foi e fiquei com muita vontade de matar a autora. Acredito que os verdadeiros fãs da história também concordam, o final épico não existiu. Foi bonito, foi. Mas não foi incrível.

Nota:

♥♥♥♥

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Jaqueline
Oi, eu sou a Jaqueline, mas pode me chamar de Jaque! Tenho 32 anos, sou Comunicadora, criadora de conteúdo e apaixonada por decoração.Adoro dias frios, seriados (♥) e a combinação dos dois também. É aqui que compartilho meus sonhos, minhas alegrias e minhas incertezas. Esse é meu mundo na internet, espero que goste!
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22/06

Look da Jaque: Corações

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O look de hoje diz muito sobre mim e sobre o momento que tô passando, uma misturinha bem legal de fofura com  uma pegada mais rocker que eu tô gostando e usando bastante nos últimos tempos. Ahhhh, sem falar do batom roxinho que tô usando, ultimamente os batons escuros tem sido os meus queridos em qualquer situação.

No feriado fui finalmente comprar os presentes que estava devendo para os meus pais e aproveitem pra comprar umas coisinhas pra mim também. Comprei algumas peças na C&A pela metade do preço (SALDÃO, CORREEEE) e também algumas peças chaves que vocês  vão ver logo logo por aqui também!

Encontrei essa blusa mega fofa na Riachuelo e me apaixonei por ela, tive uma mini briga com minha mãe que também amou a blusa e não queria deixar eu levar uma também. Acabou que nos duas levamos e usamos no mesmo dia! HAHA

Esse short também comprei na Riachuelo em promoção, a bolsa é da Renner e a bota é da Shutz!

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Jaqueline
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18/06

Percepção de solidão

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Uma mulher entra no cinema, sozinha. Acomoda-se na última fila. Desliga o celular e espera o início do filme. Enquanto isso, outra mulher entra na mesma sala e se acomoda na quinta fila, sozinha também. O filme começa.

Charada: qual das duas está mais sozinha?

Só uma delas está realmente sozinha: a que não tem um amor, a que não está com a vida preenchida de afetos. Já a outra foi ao cinema sozinha, mas não está só, mesmo numa situação idêntica a da outra mulher. Ela tem uma família, ela tem alguém, ela tem um álibi.

Muitas mulheres já viveram isso – e homens também. Você viaja sozinha, almoça sozinha em restaurantes, mas não se sente só porque é apenas uma contingência do momento – há alguém a sua espera em casa. Esta retaguarda alivia a sensação de solidão. Você está sozinha, não é sozinha.

Então de repente você perde seu amor e sua sensação de solidão muda completamente. Você pode continuar fazendo tudo o que fazia antes – sozinha – mas agora a solidão pesará como nunca pesou. Agora ela não é mais uma opção, é um fardo.

Isso não é nenhuma raridade, acontece às pencas. Nossa percepção de solidão infelizmente ainda depende do nosso status social. Se você tem alguém, você encara a vida sem preconceitos, você expõe-se sem se preocupar com o que pensam os outros, você lida com sua solidão com maturidade e bom humor. No entanto, se você carrega o estigma de solitária, sua solidão triplicará de tamanho, ela não será algo fácil de levar, como uma bolsa. Ela será uma cruz de chumbo. É como se todos pudessem enxergar as ausências que você carrega, como se todos apontassem em sua direção: ela está sozinha no cinema por falta de companhia! Por que ninguém aponta para a outra, que está igualmente sozinha?

Porque ninguém está, de fato, apontando para nenhuma das duas. Quem aponta somos nós mesmos, para nosso próprio umbigo. Somos nós que nos cobramos, somos nós que nos julgamos. Ninguém está sozinho quando curte a própria companhia, porém somos reféns das convenções, e quando estamos sós, nossa solidão parece piscar uma luz vermelha chamando a atenção de todos. Relaxe. A solidão é invisível. Só é percebida por dentro.

SOBRE A AUTORA:

Martha Medeiros nasceu no dia 20 de agosto de 1961. É jornalista, escritora, aforista e poetisa brasileira.

Jaqueline
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O que esperar quando você não está esperando?
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